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	<title>Comments on: RPG, Social Media e reflexões sobre participação nas comunidades &#8211; I</title>
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	<description>Le tracce della salvezza nel dramma di vivere</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Dec 2010 22:45:57 -0800</lastBuildDate>
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		<title>By: Guilherme Nascimento Valadares</title>
		<link>http://blog.markun.com.br/post/rpg-social-media-e-reflexoes-sobre-participacao-nas-comunidades/comment-page-1#comment-239</link>
		<dc:creator>Guilherme Nascimento Valadares</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 17:54:50 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;A sociedade meritocrática que sustenta a rede tem diversas semelhanças com o universo dos RPGs.&quot;

Os RPGs são baseados em nossas relações sociais, na realidade.

Mas os RPGs são uma construção, que trabalham com conceitos abstratos e não concretos. Os sistemas buscam &quot;solidez&quot; e se materializam nas regras, livros, planilhas e fichas de personagem.

A web tem raízes nesses mesmos 2 princípios:

1. é uma rede social feita de pessoas (dã) e baseada nas relações reais. busca adaptar estruturas existentes para a internet.

2. busca tangibilidade. afinal, o ser humano gosta de sentir, de ter parâmetros, referências.

--

Cara, essa porra toda de meritocracia, seja na web, nos rpgs, nas empresas ou até no twitter (que exibe quantos updates vc tem, quantas pessoas te seguem, etc) tem um único objetivo: TANGILIBILIDADE.

Pessoas *precisam* acreditar, dar valor, dar conscentimento social and all that crap.

--

ps: já joguei shadowrun, AD&amp;D, Vampiro, Werewolf e Gurps.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A sociedade meritocrática que sustenta a rede tem diversas semelhanças com o universo dos RPGs.&#8221;</p>
<p>Os RPGs são baseados em nossas relações sociais, na realidade.</p>
<p>Mas os RPGs são uma construção, que trabalham com conceitos abstratos e não concretos. Os sistemas buscam &#8220;solidez&#8221; e se materializam nas regras, livros, planilhas e fichas de personagem.</p>
<p>A web tem raízes nesses mesmos 2 princípios:</p>
<p>1. é uma rede social feita de pessoas (dã) e baseada nas relações reais. busca adaptar estruturas existentes para a internet.</p>
<p>2. busca tangibilidade. afinal, o ser humano gosta de sentir, de ter parâmetros, referências.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Cara, essa porra toda de meritocracia, seja na web, nos rpgs, nas empresas ou até no twitter (que exibe quantos updates vc tem, quantas pessoas te seguem, etc) tem um único objetivo: TANGILIBILIDADE.</p>
<p>Pessoas *precisam* acreditar, dar valor, dar conscentimento social and all that crap.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>ps: já joguei shadowrun, AD&amp;D, Vampiro, Werewolf e Gurps.</p>
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	<item>
		<title>By: Joao Markun</title>
		<link>http://blog.markun.com.br/post/rpg-social-media-e-reflexoes-sobre-participacao-nas-comunidades/comment-page-1#comment-153</link>
		<dc:creator>Joao Markun</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 23:50:13 +0000</pubDate>
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		<description>Pedro,

A generalizaçao é valida em certos aspectos, mas em que bloco você me enquadraria? nos sem bloco talvez? Já joguei Rpg com voce algumas vezes, mais nao sou nem nunca fui fanatico, nunca disse e talvez nao pretendo dizer que amo, e nao acho &quot;estranhas&quot; as pessoas que o fazem. Claro acho fanatismo de toda e qualquer coisa estranha, a pessoa que nao tem um papel seu, que nao tem um Nome ou que simplesmente vive de interpretar pode ser sim por mim chamado de freak mas nao o sistema. e assim como eu conheço algumas pessoas que se enquadram nos ACHO LEGAL que até então inexistia

Agora salve as excessoes a regra e validando seu ponto, eu gostei muito do texto, e espero pela continuaçao. Acho absolutamente pertinente, eu mesmo ja interpretai papeis diferentes na web, é simplesmente mais facil, voce pode reconfigurar as falas até que ache a que procura ou simplesmente dar uma olhada no google em busca de uma frase de efeito. Isso falando em realidade, interpretando a mim mesmo tlvz... É talvez hoje seja dificil separar o real do imaginario, aquele que nós construiamos dentro do quartinhos de brinquedos no sitio até as 7 da manha. Quantas pessoas sao uma coisa na web e outra no real?

abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro,</p>
<p>A generalizaçao é valida em certos aspectos, mas em que bloco você me enquadraria? nos sem bloco talvez? Já joguei Rpg com voce algumas vezes, mais nao sou nem nunca fui fanatico, nunca disse e talvez nao pretendo dizer que amo, e nao acho &#8220;estranhas&#8221; as pessoas que o fazem. Claro acho fanatismo de toda e qualquer coisa estranha, a pessoa que nao tem um papel seu, que nao tem um Nome ou que simplesmente vive de interpretar pode ser sim por mim chamado de freak mas nao o sistema. e assim como eu conheço algumas pessoas que se enquadram nos ACHO LEGAL que até então inexistia</p>
<p>Agora salve as excessoes a regra e validando seu ponto, eu gostei muito do texto, e espero pela continuaçao. Acho absolutamente pertinente, eu mesmo ja interpretai papeis diferentes na web, é simplesmente mais facil, voce pode reconfigurar as falas até que ache a que procura ou simplesmente dar uma olhada no google em busca de uma frase de efeito. Isso falando em realidade, interpretando a mim mesmo tlvz&#8230; É talvez hoje seja dificil separar o real do imaginario, aquele que nós construiamos dentro do quartinhos de brinquedos no sitio até as 7 da manha. Quantas pessoas sao uma coisa na web e outra no real?</p>
<p>abraço</p>
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		<title>By: Leandro "trecker" Gabriel</title>
		<link>http://blog.markun.com.br/post/rpg-social-media-e-reflexoes-sobre-participacao-nas-comunidades/comment-page-1#comment-151</link>
		<dc:creator>Leandro "trecker" Gabriel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 18:55:28 +0000</pubDate>
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		<description>Markun,

Na minha opinião, a característica virtuali da conexão entre as pessoas nas comunidades online, a inexistência do vínculo obrigatório de Pessoa vs. Personalidade que é sentida quando o contato é REAL e se dá em base constante cria um ambiente muito similar ao &quot;sonhar acordado&quot; do RPG.

O fato de você poder escolher o momento em que vai interagir socialmente, com quem vai interagir e por que meios vai interagir, somado ao caráter assíncrono do contato dá espaço para uma representação igual ou muito melhor à usada no RPG. O sujeito tem a possibilidade de criar um personagem e interpretá-lo escolhendo criteriosamente as comunidades de que faz parte no Orkut, os contatos no Twitter, etc. Além, óbvio, de ser muito mais fácil manter uma máscara quando você pode pensar duas ou três vezes antes de dar [ENTER] no que vai dizer.

Acho sim muito válida a comparação! Parabéns!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Markun,</p>
<p>Na minha opinião, a característica virtuali da conexão entre as pessoas nas comunidades online, a inexistência do vínculo obrigatório de Pessoa vs. Personalidade que é sentida quando o contato é REAL e se dá em base constante cria um ambiente muito similar ao &#8220;sonhar acordado&#8221; do RPG.</p>
<p>O fato de você poder escolher o momento em que vai interagir socialmente, com quem vai interagir e por que meios vai interagir, somado ao caráter assíncrono do contato dá espaço para uma representação igual ou muito melhor à usada no RPG. O sujeito tem a possibilidade de criar um personagem e interpretá-lo escolhendo criteriosamente as comunidades de que faz parte no Orkut, os contatos no Twitter, etc. Além, óbvio, de ser muito mais fácil manter uma máscara quando você pode pensar duas ou três vezes antes de dar [ENTER] no que vai dizer.</p>
<p>Acho sim muito válida a comparação! Parabéns!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Felipe Meyer</title>
		<link>http://blog.markun.com.br/post/rpg-social-media-e-reflexoes-sobre-participacao-nas-comunidades/comment-page-1#comment-150</link>
		<dc:creator>Felipe Meyer</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 14:04:29 +0000</pubDate>
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		<description>Vinicius, achei que você ia dizer que tinha trocado de namorada :)
A minha esposa já aceitou o fato de que eu jogava e ainda jogo (quando posso) RPG. Mas ela ainda incorpora as filas dessa gente que generaliza e estereotipa o RPG e os jogadores (me recuso a chamá-los de RPGistas), abrindo talvez uma excessão ao marido (talvez).
Pedro, ótimo o texto. Espero ansioso pela continuação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vinicius, achei que você ia dizer que tinha trocado de namorada <img src='http://blog.markun.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
A minha esposa já aceitou o fato de que eu jogava e ainda jogo (quando posso) RPG. Mas ela ainda incorpora as filas dessa gente que generaliza e estereotipa o RPG e os jogadores (me recuso a chamá-los de RPGistas), abrindo talvez uma excessão ao marido (talvez).<br />
Pedro, ótimo o texto. Espero ansioso pela continuação.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Vinicius Costa</title>
		<link>http://blog.markun.com.br/post/rpg-social-media-e-reflexoes-sobre-participacao-nas-comunidades/comment-page-1#comment-149</link>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 12:15:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.markun.com.br/post/rpg-social-media-e-reflexoes-sobre-participacao-nas-comunidades#comment-149</guid>
		<description>Pois é, quando falo pra minha namorada que eu joguei RPG por quase toda minha adolescência, ela me chama de maluco e diz que isso é coisa de gente doente, quer dizer, dizia, pois já consegui mostrar pra ela como a coisa realmente funcionava :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, quando falo pra minha namorada que eu joguei RPG por quase toda minha adolescência, ela me chama de maluco e diz que isso é coisa de gente doente, quer dizer, dizia, pois já consegui mostrar pra ela como a coisa realmente funcionava <img src='http://blog.markun.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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