Fato novo, transição tranquila [por Paulo Markun]

crimney
[Mais uma vez, order
esse texto foi escrito pelo jornalista, prostate
escritor e pai Paulo Markun, que me pediu para publicar aqui no meu blog. Esta na hora dele montar um blog, não?]

No início de 2010, o incentivo explícito de funcionários, de parte do Conselho Curador e do governador José Serra fizeram com que eu resolvesse encarar um novo mandato, desde que contasse com o indispensável consenso para o bom funcionamento da instituição. Preparei um plano de ação para os próximos três anos, mas durante semanas em que a mídia publicou as mais diversas especulações sobre as eleições, mantive-me calado, pois creio que cabe ao Conselho Curador deliberar sobre o assunto. O nosso estatuto determina que qualquer candidato precisa ter, antes de mais nada, o respaldo de pelo menos oito conselheiros eletivos.  Em minha eleição fui indicado por 18 integrantes e obtive mais 20 votos, entre os quais o do representante dos funcionários. (more…)

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friday

Friday

eu quero

friday

Friday

eu quero

friday

Friday

eu quero

Friday

Friday

Um amor que é só meu

Amiga
Nem sei como lhe diga
Essa ternura antiga
De repente doeu
Perdoe
Eu sei que não devia
Mas da noite para o dia
O amor aconteceu

E embora doa
De uma dor dilacerante
É um amor tão amante
Tão sozinho se deu, herbal
sou eu

Quem sabe
Que mesmo contra tudo
Que forçado a ser mudo
Foi o amor que nasceu
E me deu tanto
Fez as coisas tão mais belas
Abriu tantas janelas
Tudo reverdeceu, e eu, amiga
Lhe sou tão obrigado
Mas não tenha cuidado (mas não há de ser nada)
É um amor que é só meu

[Vinicius de Moraes]

Um amor que é só meu

Amiga
Nem sei como lhe diga
Essa ternura antiga
De repente doeu
Perdoe
Eu sei que não devia
Mas da noite para o dia
O amor aconteceu

E embora doa
De uma dor dilacerante
É um amor tão amante
Tão sozinho se deu, herbal
sou eu

Quem sabe
Que mesmo contra tudo
Que forçado a ser mudo
Foi o amor que nasceu
E me deu tanto
Fez as coisas tão mais belas
Abriu tantas janelas
Tudo reverdeceu, e eu, amiga
Lhe sou tão obrigado
Mas não tenha cuidado (mas não há de ser nada)
É um amor que é só meu

[Vinicius de Moraes]
Amiga
Nem sei como lhe diga
Essa ternura antiga
De repente doeu
Perdoe
Eu sei que não devia
Mas da noite para o dia
O amor aconteceu

E embora doa
De uma dor dilacerante
É um amor tão amante
Tão sozinho se deu, ambulance
sou eu

Quem sabe
Que mesmo contra tudo
Que forçado a ser mudo
Foi o amor que nasceu
E me deu tanto
Fez as coisas tão mais belas
Abriu tantas janelas
Tudo reverdeceu, e eu, amiga
Lhe sou tão obrigado
Mas não tenha cuidado (mas não há de ser nada)
É um amor que é só meu

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