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culturaindependente.com.br

Desde que ouvi falar sobre o projeto Vale Cultura fiquei matutando sobre como poderiamos tirar o maximo de proveito desse controverso movimento. Não acho que exista conceitualmente algo como ‘assistencialismo cultural’, viagra 100mg sobram as críticas de que no fim esses r$50 vão virar ingresso pra show da Ivete Sangalo ou filme da Globo Filmes. (more…)

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Bom, na prática esses r$50 vão ser revertidos naquilo que o trabalhador quiser e considerar (juntamente com a lei) como cultura. Ficaria bastante puto se existisse algum juizo de valor prévio do que é do que não é cultura ‘digna’ de ser obtida com essa grana… então acho ótimo.

Cabe a nós, da dita cena ‘alternativa’, buscarmos maneiras de popularizar esses conteúdos e ações, cazzo. Dai a idéia de um culturaindependente.com.br – um site que permita pequenos independentes da cultura comercializarem seus cds, livros, poemas, peças de teatro… enfim. Uma infinidade de bens físicos e digitais que teriam um espaço de comercialização.

A idéia é funcionar como um MercadoLivre e seu MercadoPago, o site cuidaria da transação financeira – especialmente servindo como um gateway de pagamento que aceitaria o Vale Cultura – mas toda a operação do bem cultura estaria com o artista e o comprador. O site permitira (e controlaria) tanto a vende de objetos físicos como de arquivos digitais, usando tanto um modelo de preço fixo como o já batido esquema Radiohead de ‘cada um paga o que acha que deve + taxas de envio’.

Os artistas poderiam montar suas lojinhas, com direito a foto, video no youtube, rss e a coisa toda. Passariam por um cadastro prévio para garantir a integridade da coisa.

Até ai nada de muito novo, exceto o fato de aceitar vale cultura, mas ai me peguei pensando que no fundo o vale (assim como o refeição e o transporte) é uma espécie de moeda paralela. Ainda não sabemos muito bem como vai funcionar a compensação desses valores, mas se for da mesma forma que os outros, é possível pensar em um sistema que deixe esse dinheiro-cultura rodando dentro do próprio site, intercambiando culturas de uma ponta a outra do site.

Perguntei a minha mãe – que é cantora e esta lançando o segundo CD de forma independente – se fazia sentido pra ela, investir o dinheiro ganho na venda de CDs pelo site na compra de material de outros músicos independentes… ela disse que isso acaba já sendo prática comum no meio. O mesmo vale para Teatro e Poesia… do resto não sei tanto. Fariamos assim a cultura circular!

Por último, uma idéia ainda mais ousada… o site seria um promotor de cultura livre! Estimulando e explicando as licenças creative commons no momento do cadastro do artistas, mas também oferecendo isenção de taxas administrativas para aqueles que liberassem o material em CC (mesmo que Non-Commercial). Ou ainda um modelo de incentivo, onde após um certo valor arrecadado (ou número de cds vendidos, download de mp3, enfim…) o material entraria em Creative Commons e ficaria disponível para todos. (Essa ultima baseada em uma idéia que o Zuardi esta implementando no seu PublicVideos.org)

Enfim… vou registrando aqui, metade pro mundo, metade pra eu não esquecer. Já que planejo eventualmente implementar isso, falta só tempo e foco.

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Sobre José Mindlin [por Paulo Markun]

A lei rouanet é um dispositivo que permite deduzir dinheiro de imposto para financiar projetos culturais. Geralmente é usado por grandes empresas (tributadas em lucro real) para patrocinar projetos em troca de exposição de marca e ganhos de ‘responsabilidade social’.

O que pouca gente sabe – ou ainda, cheap muita gente sabe, order pouca gente usa – é que além das empresas, click pessoas físicas também podem deduzir até 6% do seu imposto de renda para patrocinar esses projetos.

Na prática, você doa o dinheiro para um projeto aprovado, guarda o recibo e apresenta junto com a sua declaração de final de ano. É um pouquinho mais complicado que isso na verdade, mas só um pouquinho =)

(more…)

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