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	<title>Blog dos Markun &#187; #elmalak</title>
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	<description>Le tracce della salvezza nel dramma di vivere</description>
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		<title>elucubrações sobre porque projetos grandes naufragam</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jun 2008 06:04:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Markun</dc:creator>
				<category><![CDATA[#elmalak]]></category>
		<category><![CDATA[textos]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
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		<category><![CDATA[elefante branco]]></category>
		<category><![CDATA[elucubrações]]></category>
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		<description><![CDATA[Projeto web dificilmente morre. Mas agoniza, dor de falta. Cidade-fantasma com direito a barulho de vento e bola de feno. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dias atrás, em uma conversa de botequim, surgiu &#8211; geralmente surge &#8211; um papo sobre os grandes elefantes brancos da web. Entre argumentos lúcidos, acalorados e alguns alcoolizados&#8230; debatíamos sobre o sucesso e fracassos de grandes projetos na internet, o <a href="http://www.naozero.com.br/dicas+projeto+web">Spyer fez algumas considerações</a> e falou de transformar papo em post. Pode ser, <em>desce um chopp ai</em>.</p>
<p><strong>Pra constar:</strong> Elefante branco é aquele animal enorme e exótico que, por excesso de estrutura, as vezes tem uma dificuldade enorme de se locomover e de se adaptar.</p>
<p><strong>Pra constar:</strong><em> </em>Projeto web dificilmente morre. Mas agoniza, dor de falta. Cidade-fantasma com direito a barulho de vento e bola de feno.</p>
<p>Enfim, constantemente vejo que ronda nas velhas cabeças e velhas empresas um discurso do tipo:</p>
<p><strong>&#8216;as pessoas estão na internet agora! precisamos fazer algo com isso! não podemos perde-los! vamos enredar a rede!&#8217;</strong></p>
<p><em>sigh.</em></p>
<p>Parece idiota, mas por vezes esquecemos que a rede não é um lugar físico. Distancia é vento. Você não pode contar  com &#8216;o bairro&#8217; e seus moradores, filhos e babas para frequentar o seu parquinho.</p>
<p>Geralmente são idéias legais de gente que não sabe exatamente o que quer ou quem quer. Perigo parnasiano. É uma coisa meio &#8217;site porque site&#8217;&#8230; afinal, hoje em dia, diz-se que não ter site -  quando não é coisa chique &#8211; é prova cabal de que parou no tempo, né?</p>
<p>Não é. Seu projeto deve ser uma resposta a uma pergunta. E o sucesso dele vai depender de quanta gente perguntar e do quão bem você conseguir responder.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>#elmalak, #botecamp, #nob&#8230; ou ainda tirando o bar do camp!</title>
		<link>http://blog.markun.com.br/post/elmalak-botecamp-nob-ou-ainda-tirando-o-bar-do-camp</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 20:51:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Markun</dc:creator>
				<category><![CDATA[#elmalak]]></category>
		<category><![CDATA[barcamp]]></category>
		<category><![CDATA[botecamp]]></category>
		<category><![CDATA[boteco]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[networking]]></category>
		<category><![CDATA[nob]]></category>
		<category><![CDATA[twittequila]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sei se porque é mais complicado organizar uma desconferência do que reservar uma mesa no bar, ou simplesmente porque muitos de nos fazem o segundo com muito mais naturalidade... os encontros festivos da comunidade se multiplicaram e logo não era preciso mais nenhum pretexto para essas reuniões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de tudo&#8230; que fique claro:<br />
<a href="http://barcamp.org"> Barcamp</a> é um modelo de desconferência.<br />
<a href="http://barcamp.blaz.com.br/"> Barcamp</a> é uma comunidade.<br />
Barcamp foi um momento de transformação na estrutura da mídia social no Brasil. <em>(vou escrever sobre isso um dia)</em></p>
<p>Ainda assim não participei de uma única organização de barcamp onde a piada (por vezes sincera) do bar não tivesse rolado. é natural. Da obviedade do nome, ao modelo que muitas vezes é explicado (erroneamente) apenas como &#8216;papo de boteco&#8217; são muitas as convergências.</p>
<p>Mais do que isso, estou para lembrar um barcamp que não tenha terminado no bar. Os que participaram, dividiram e compartilharam (para não falar da conta!)&#8230; certamente se lembram. Da histórica conta de ~6hs de cerveja, no <a href="http://www.interney.net/blogs/marmota/2007/10/05/marmota_indica_pinheirinho/">Pinheirinho</a>, onde após alguma mágica do <a href="http://www.interney.net" title="alguém tinha tirado foto da conta, não?">Edney</a>&#8230; <strong>sobrou dinheiro</strong>, passando pela mesa em L que tivemos que armar no RJ, tenho certeza que o barcamp é muito mais do que um papo de boteco, mas sei também que é ali no boteco onde se consolida verdadeiramente a comunidade.</p>
<p>Não sei se porque é mais complicado organizar uma desconferência do que reservar uma mesa no bar, ou simplesmente porque muitos de nos fazem o segundo com muito mais naturalidade&#8230; os encontros festivos da comunidade se multiplicaram e logo não era preciso mais nenhum pretexto para essas reuniões.</p>
<p><strong> E então veio o <a href="http://twitter.com">twitter</a>.</strong></p>
<p>E o twitter mudou drasticamente o modelo de organização da sociedade nerdica brasileira. É a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sabedoria_das_Multid%C3%B5es">sabedoria das multidões</a> canalizada para algo nunca antes visto. Flashmob pra boteco.<br />
Um dos primeiros redutos em São Paulo à ser ocupado, o El Malak, é um simpático(?) boteco na Al. Santos, 805, controlado por um turco gente boa e um staff que te conhece pelo nome. Sejamos sinceros&#8230; a comida não tem nada demais, a cerveja por vezes está quente e não é especialmente barata&#8230; o que me faz questionar a tal sabedoria&#8230; mas é o nosso cantinho. E defendo ate o ultimo copo que aquele é o blogbar por direito!</p>
<p>Seguiram-se então variantes e outras cidades entraram na dança. Hoje temos uma movimentação regular no twitter, onde perto do fim do expediente&#8230; começa a um formigar de gente organizando eventos invisíveis.</p>
<p>Ainda acredito no poder da descentralização e se surgiram tags para permitir um melhor controle, ou um track mais acurado dos espaços de boemia nerd, como <a href="http://www.google.com.br/search?as_q=nob&amp;num=30&amp;as_qdr=m&amp;as_sitesearch=twitter.com">#nob</a>, #<a href="http://www.google.com.br/search?as_q=twittequila&amp;num=30&amp;as_qdr=m&amp;as_sitesearch=twitter.com">twittequila</a>, #<a href="http://www.google.com.br/search?as_q=botecamp&amp;num=30&amp;as_qdr=m&amp;as_sitesearch=twitter.com">botecamp</a> e outros que não me recordo&#8230; Deixo claro que sou contra esse tipo de separatismo e acho que a twittequila é só uma evolução natural do curso da noite <img src='http://blog.markun.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Isso porque apesar da bebida, do clima descontraído e da falta de noção de alguns&#8230; esses encontros são todos expressões concretas dessa nossa &#8216;web20&#8242; que reúne pessoas de toda sorte com seus blogs, twitters, linkania, perfis no facebook e no orkut, enfim&#8230; &#8216;we media&#8217;&#8230; colaboração!<br />
E entre a terceira e a n+1 cerveja, quando o teor alcoólico é suficiente apenas para abrandar os sentidos, fazendo com que o mundo exterior se cale um pouco para que você realmente comece a prestar atenção, foi quando tive algumas das conversas mais ricas sobre mídias sociais e o fazer em rede nesse tempo todo. Pessoas como <a href="http://www.google.com.br/search?q=+%22andr%C3%A9+av%C3%B3rio%22&amp;as_qdr=m3" title="e seu log na web... rastro!">Avório-san</a>, <a href="http://www.jeffpaiva.com/blog/">Jeff Paiva</a>, <a href="http://www.ladybugbrazil.com">Lúcia Freitas</a>, <a href="http://www.naozero.com.br">Juliano Spyer</a>, <a href="http://www.papodehomem.com.br">Guilherme Valadares</a>, <a href="http://s1mone.net">S1mone</a>, <a href="http://www.interney.net/blogs/enloucrescendo/">Ian Black</a>, <a href="http://twitter.com/danielabsilva" title="boa viagem, bela ;*">Dani B. Silva</a>, <a href="http://opiumseed.blogspot.com/">Romulo Marques</a>, <a href="http://oguaxinim.blogspot.com/">Isabel Colucci</a>,  e até <a href="http://marcogomes.com/blog/">Marco Gomes</a> &#8211; que não bebe(<a href="http://twitter.com/marcogomes/statuses/767820421">ia</a>)&#8230; e enfim muitos outros que estão (ou não) naquela barrinha ali do lado e trouxeram muitas vezes coisas tão ou mais interessantes do que aquelas que escuta-se em palestras milionárias por ai.</p>
<p>Isso para não falar das pessoas que ficamos conhecendo. Bom e velho networking. Pois aquela troca formal de cartões, no saguão do evento, enquanto disputa-se a tapa para comer o salgadinho frio é, sempre, uma quebra de gelo das palestras formais&#8230; mas é na mesa do boteco onde você realmente conhece as pessoas, despidas de toda a perfumaria e consegue &#8211; dado algum senso &#8211; entender como e no que vocês podem colaborar (e aqui falo de labore! trabalho!)</p>
<p>Poizé, fica o convite. Bora sair, tomar um chopp. Ver qualé <img src='http://blog.markun.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center"><a href="http://flickr.com/photos/s1mone/2343901198/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2034/2343901198_cd3d04bd40.jpg?v=0" alt="Asterix em mais botecamp: @markun, @vivstiemi, @zander_cp, @s1mone, @jeffpaiva, @sabineas e @felipemsouza " height="375" width="500" /></a></p>
<p><em> Com esse post, estou criando a seção #elmalak deste blog. Ela não vai estar indexada na página principal e vai servir mais para postar notas, fotos, obas e olas desses encontros divertidos e instigantes.</em></p>
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