Depois da Faixa de Gaza e do Acre, este é o pior lugar do mundo para você ir com os amigos. Caro, petiscos sem graça e, principalmente, garçons ultra-power-mega chatos: você toma dois dedos do seu chopp, quente e azedo que nem xoxota nos tempos dos vikings, eles já colocam outro na mesa. E se você recusa, eles ainda ficam putos. Só tulipadas diárias no rabo para justificar tamanha simpatia no atendimento.
Fui no da Vila Madalena. Dizem que o do Itaim é ainda pior.
Para dicas de botecos que valem a pena, leia outras resenhas aqui
no começo era o verbo e depois disso veio a Campus Party, uma oficina em Ouro Preto e uma viagem para Cabo Verde – que deve render um belo post tão logo possível – que acabaram me afastando um pouco desse espaço digital…
volto de viagem direto para a Casa de Cultura Digital compartilhando de uma utópica augusta. A casa ainda não esta pronta, mas por aqui já estamos todos prontos para ela e digo até que já estou morando lá tem algum tempo. Só sei que nesse carnaval é para lá que eu vou. Aproveitar dessa catarse dos outros para catalisar uma série de idéias e processos que estão fazendo pressão aqui dentro. E nada como uma São Paulo vazia para fortalecer isso.
Para quem ainda assim não entendeu o que é a Casa de Cultura Digital segue relato de dois dos moradores:
Depois de discutir por algum tempo qual o número certo da nova PL contra a liberdade na rede, acabei decidindo ficar com Lei Azeredo mesmo (mas aparentemente é PL-84 agora)
Em 140′ porque estou no #abciber e com pouca bateria.
O livro é produto do ciclo de debates Além das Redes de Colaboração que é parte do projeto Cultura e Pensamento do Minc. Pude acompanhar alguns dos debates que foram transmitidos online e disso já da pra ver que vem coisa boa por ai.
Enfim, fica a dica para quem quer refletir mais profundamente sobre esses assuntos que, em geral, a gente só aborda pelas beiradas. Dia 27/08, quarta-feira, às 19h (depois do Seminário de Direitos Autorais e Acesso à Cultura do
Ministério da Cultura)
Local: Auditório da USP Leste Rua Arlindo Béttio, 1000, Ermelino Matarazzo, São Paulo.
Zeke é o empresário pós-nacional e uma espécie de terrorista open source ideológico… Ele não tem absolutamente nenhuma lealdade com qualquer tipo de lei, credo ou crença. Ele não quer derrotar o Tony Stark, quer torna-lo obsoleto. Windows quer estar em todos os desktops do planeta, mas o Linux e o [Zeke] Stane querem destruir o desktop. Ele é a abertura para a opressão proprietária do Stark.
– MattFraction, escritor da nova série do Homem de Ferro
sigh. Marvel, quando a gente diz que curtimos anti-herói não é disso que estamos falando.
O TSE acaba de definir as condutas vetadas na campanha eleitoral de 2008. A grande novidade é que o Tribunal legisla sobre como deve ser a campanha no ciberespaço, transnacional e desterritorializado. A Internet é vista como um veículo broadcasting, como se fosse um canal de Rádio ou Televisão. leia mais no sérgio amadeu…
Na seqüencia do post anterior, Rene Fraga, do Google Discovery, manda avisar sobre o Quotably um site que tenta jogar um pouco de luz na esquizofrenia que assola o twitter. A ferramenta surgiu faz pouco tempo, mas se mostra promissora para visualizar essas conversas fragmentadas.