ONTEM, HOJE, AMANHÃ

Gosto muito de olhar para trás – ajuda a entender o hoje e projetar o amanhã. Por isso, sugiro que comecemos com uma rápida viagem à França em 1665. Mais exatamente ao dia cinco de janeiro, quando os parisienses puseram as mãos nas doze páginas da primeira edição de Le Journal des savants.

Era a primeira revista da história do planeta. Seu criador chamava-se Denis de Sallo, um nobre conselheiro do parlamento de Paris. Leitor contumaz – e cuidadoso -, devorava o que lhe caísse nas mãos. Com a ajuda de um punhado de secretários, anotava e comentava o que lhe chamava a atenção. Anotou tanto, que resolveu partilhar essas observações sobre o trabalho alheio por meio de uma publicação semanal.

Naquele tempo, novas ideias circulavam com dificuldade e ninguém estava acostumado com a crítica independente. Lançar um semanário disposto a monitorar o avanço nas ciências e nas artes foi uma ousadia. Mas deu tão certo que pouco adiante, a fórmula de Sallo foi replicada em dezenas de publicações por toda a Europa.

A soma de crítica independente, periodicidade e textos curtos facilitou o desenvolvimento de debates sobre muitas questões. O conjunto dessas publicações – e a multiplicação das academias – tiveram papel relevante na revolução científica que marcou a história da humanidade.

Em resumo, Le Journal des savants parece brincadeira num mundo conectado por uma gigantesca rede de comunicação horizontal, livre e meio anárquica, que cresce a cada minuto. No começo de abril, tive a oportunidade de ir à França de Sallo, na condição de mais um entre 11.500 profissionais de comunicação de 107 países, interessados nas possibilidades, desafios e negócios do mercado televisivo. Encontrei um traço comum no MIPTV 2011 – um gigantesco ponto de interrogação.

Os executivos de TV não querem repetir o erro cometido pela indústria musical que bateu de frente com a internet – e se deu mal. As corporações adotaram a tática de combater a circulação de música pela rede. A consequência é que as grandes empresas do ramo, cujo faturamento baseia-se na venda de discos, vêm perdendo lucratividade de maneira exponencial.

Ao invés de renegar e combater a rede, o povo da TV procura uma maneira integrar as várias telinhas, mantendo seu negócio em funcionamento. Já perceberam que não adianta apenas produzir uma série, novela, telejornal, programa de auditório, documentário e cruzar os braços. O telespectador já não quer o papel que Didi, dos Trapalhões bem definiu, ao chamá-lo de “o da poltrona.” Como fazer isso, sem comprometer o faturamento triliomário de uma indústria poderosa é o xis da questão

Mais e mais pessoas assistem a programas de TV e, ao mesmo tempo, usam algum outro tipo de aparelho, como computadores, celulares ou a nova tecnologia dos tablets. Segundo Nick Thomas, da Forrester Research, 50% das pessoas que estão vendo TV navegam pela web simultaneamente. Quando aparece um comercial na tela, eles mergulham na rede, deixando os anunciantes a ver navios.

Uma pessoa normal olha, em média, 150 vezes ao dia para seu celular. Se multiplicarmos esse número pelo total de assinaturas de serviços móveis em todo mundo – 5,2 bilhões – podemos imaginar o potencial e o risco que esse aparelhinho nos oferece. E não apenas em termos de comunicação.

Ouvi do maior executivo da Ericsson, Hans Vestberg em Cannes, que a soma de banda larga, mobilidade e computação em nuvem vai revolucionar a transmissão de conteúdo nos próximos anos. Vestberg calcula que, em 2015, mais de 90% da população do planeta terá acesso a redes de telefonia celular, sendo 5 bilhões com acesso móvel a banda larga. Uma condição que vai transformar a maneira como as pessoas acessam a internet e o que elas vão consumir. O Brasil está atrasado nesse campo, mas pode queimar etapas. Não é à toa que o plano nacional de banda larga aposta firme nas operadores de celular.

Mas olhando para o futuro, é possível prever que a internet vai mudar radicalmente os negócios, a ciência, a educação e a política.

Cinco perguntas apenas de uma lista imensa:

1- a televisão aberta continuará sendo o pilar de toda a indústria da propaganda?

2- a escola vai funcionar na base da lousa, do giz e de uma professora falando?

3- os bancos terão o mesmo papel num mundo em que o dinheiro será todo virtual e as trocas entre pessoas cada vez mais fáceis?

4- as maracutaias se repetirão quando cada um de nós puder acompanhar para onde vai nosso dinheiro on line e sem complicação?

5- os currais eleitorais e os coronéis da política sobreviverão no momento em for possível votar com frequencia usando chips distribuídos pela Justiça Eleitoral, como já acontece na Estônia?

Se eu tivesse a resposta para qualquer uma dessas perguntas, estaria rico. Por enquanto, acho indispensável (e divertido), procurar por ela. Se não for em Paris ou em Cannes, olhando um punhado de veleiros na baía norte da nossa ilha.

Carta do Fórum da Cultura Digital em Defesa da Liberdade na Internet

Leiam, entendam, republiquem:

A Internet deve continuar livre. A liberdade é que permitiu criar um dos mais ricos repositórios de informações, cultura e entretenimento de toda história. Nós, defendemos que a rede continue aberta. Defendemos que possamos continuar criando conteúdos e tecnologias sem necessidade de autorização de governos e de corporações.

Não admitimos que a Internet seja considerada a causa da pedofilia. Denunciamos as tentativas de grupos conservadores em superdimensionar o potencial criminoso da Internet para criar um estado de temor que justifique a supressão de direitos e garantias individuais. Alertamos a todos que estas forças obscuras querem aprovar no final desta legislatura o AI-5 Digital, substitutivo PL84/89 antigo PLS 89/03+ redigido pelo Senador Azeredo.

Não admitimos que as pessoas sejam obrigadas a se cadastrar para navegar na rede. Consideramos que a vinculação de um número IP a identidades civis é inaceitável. Não queremos ser uma China. Controles exagerados na rede poderão sufocar a sua criatividade e implementar o vigilantismo que é democraticamente insustentável.

Os internautas brasileiros construiram colaborativamente um marco civil que define direitos e deveres dos cidadãos nas redes digitais e rejeitam uma lei que sirva aos interesses apenas dos banqueiros e da indústria de copyright.

A diversidade e liberdade são a base de uma comunicação democrática. O acesso à Internet é um direito fundamental.
Abaixo o AI-5 Digital.

São Paulo, 15/16 de novembro de 2010.

fuscahacker.txt

Apontamentos de um Fusca Hacker
(ainda em draft)

O Fusca Hacker pode, potencialmente, ficar conectado 24/7.
Mas ele também é consciente da sua capacidade energética.

O Fusca Hacker é uma máquina móvel de armazenar e compartilhar informação.

É aberto, é DIO (Do it Ourselves) e é livre. E preferencialmente de baixo custo.

* Modos de operação: Andando, Ligado, Minimo

Fontes de energia:
* Painel solar no teto?
* Possibilidade de plugar diretamete na tomada?
* Pedais de força auxilia? (Esquema bicicleta)

* Modulo Central
ZeroShell com possibilidade de plugar 3gs.
Possibilidade de retransmitir um sinal wifi qualquer.
Roteador Wifi. Onde estiver disponibiliza conexão.
Sistema de DNS dinâmico para manter um host fixo.
GPS (reporta o posicionamento de tempos em tempos).
Servidor ftp + web + torrent + irc.
Gateway SMS.

* Modulo Chat
Camera + Mic + Microprojetor e/ou Tela.
Sistema de Som autonomo
Possibilidade de fazer videochamadas.

* Modulo Colaborativo
Painel de Led controlado colaborativamente.

* Modulo inteligente
Alarme arduino (com suporte a SMS e Twitter, integrado com GPS)
Faróis inteligentes (detector de luminosidade)
Parabrisas inteligentes (detector de pressão?)
Sistema de resfriamente (Coolers de CPU? + detector de temperatura?)
Painel eletrônico ‘velocidade média, gasto de combustivel (como medir?), km rodada, etc.
Qualidade do ar?

* Modulo Blip.fm
Radio conectado com serviços de rádio online.
Rádio pode ser controlado por webservice.

* Modulo Projeção
Projeção de dentro do Fusca para fora.
Possibilidade de receber streamings – mounting point de Theora.
Integrado com sistema de som do carro.

* Modulo Wired
Portas USB e Lan soldadas na lataria. USBs são discos autonomos ‘use at your own risk’. Lan é conectada ao servidor central.

* Modulo Lan
Possibilidade de anexar bancadas nas laterais p/ 2 pessoas(?) (por lado).
Abrir uma tenda por cima? A la ‘Trailer?
Como fazer bancos portateis?

* Modulo Pirate Radio
Transmissor FM?
Radio PX
Mic interno integrado com alto-falante

* Modulo Google Street View
Cameras de baixo custo tirando fotos e criando imagens 360s.

Fato novo, transição tranquila [por Paulo Markun]

[Mais uma vez, esse texto foi escrito pelo jornalista, escritor e pai Paulo Markun, que me pediu para publicar aqui no meu blog. Esta na hora dele montar um blog, não?]

No início de 2010, o incentivo explícito de funcionários, de parte do Conselho Curador e do governador José Serra fizeram com que eu resolvesse encarar um novo mandato, desde que contasse com o indispensável consenso para o bom funcionamento da instituição. Preparei um plano de ação para os próximos três anos, mas durante semanas em que a mídia publicou as mais diversas especulações sobre as eleições, mantive-me calado, pois creio que cabe ao Conselho Curador deliberar sobre o assunto. O nosso estatuto determina que qualquer candidato precisa ter, antes de mais nada, o respaldo de pelo menos oito conselheiros eletivos.  Em minha eleição fui indicado por 18 integrantes e obtive mais 20 votos, entre os quais o do representante dos funcionários. (more…)

culturaindependente.com.br

Desde que ouvi falar sobre o projeto Vale Cultura fiquei matutando sobre como poderiamos tirar o maximo de proveito desse controverso movimento. Não acho que exista conceitualmente algo como ‘assistencialismo cultural’, sobram as críticas de que no fim esses r$50 vão virar ingresso pra show da Ivete Sangalo ou filme da Globo Filmes. (more…)

Sobre José Mindlin [por Paulo Markun]

[Esse texto foi escrito pelo jornalista, escritor e pai Paulo Markun, que me pediu para publicar aqui no meu blog]

Tive poucos contatos com José Mindlin – incluindo entrevistas. Nunca fui à casa dele, uma experiência fascinante, pelo que pude ver em reportagens e fotos. Casa construída em torno da imensa biblioteca que ele e a mulher, Guita, construíram durante décadas.

Na verdade, até outubro de 1975, sabia apenas que ele era secretário da Cultura do empresário Paulo Egydio Martins, que chegara ao governo de São Paulo escolhido por Geisel prometendo mudança e novos ares. (more…)

Lições sobre (a instalação do) Overmundo

Segui as instruções do wiki. Primeiro criei uma pasta chamada overcopia e descompactei o rev1655 lá.
Baixei o Trencaspammer e o Lightbox2 e movi os arquivos para os diretórios corretos.
Importei o SQL pelo PHPMyAdmin (era pequeno, ~400kb).
Acessei o site e tudo pareceu normal.
Tentei me registrar, o header mostrava um erro. o /registro/registro.php reclamava da ausência do ts.php
Movi o ts.php de /lib/ts.php para /registro/ts.php
O erro sumiu, mas o form ficava incompleto, sem o CAPTCHA e com um erro de que a função ts_print_form() não foi encontrada.
Não consegui encontrar a função em nenhum arquivo. Busquei no Google encontrei uma referencia no próprio forum da Overmidia, sem resposta satisfatoria.
O segundo ou terceiro resultado era um ts.php de um svn qualquer, copiei a ts_print_form() de lá. Acredito que a versão utilizada no site seja uma mais antiga.
( http://svn.assembla.com/svn/landinfo/trunk/libs/ts.php )
O erro sumiu, mas a imagem do captcha não estava sendo gerada direito.
Voltei com o ts.php *e* o ts_image.php que estavam em /registro para /lib editei os dois arquivos para os includes apontarem para o local certo.
A imagem continuava não sendo gerada direito. Modifiquei uma linha do ts_print_form() que supunha que o ts.php estava na raiz. Coloquei um path absoluto, é preciso buscar uma solução melhor.
A imagem foi gerada, mas não consegui registrar. O ts_human_readable() estava reclamando da falta de argumentos.
Comparei o ts.php que tinha no servidor com a versão da onde busquei o ts_print_form(), resolvi substituir todo o ts.php.
Funcionou, consegui criar meu account. O email de ativação chegou sem problemas.
Demorei para perceber que o endereço no email de ativação é hardcoded e leva para www.overmundo.com.br – copiei e colei o código de ativação na mão.
Fui atualizar meu perfil, de novo problemas com o ts.php… acho que vou voltar com ele para o /registro
Well… agora parece que a instalação esta completa e operacional. Três vivas para o Overcópia…
continua…

Tentando instalar uma cópia do código do Overmundo – que é livre e esta disponível aqui: http://movimento.dreamhosters.com/wikicodigo/index.php?title=Downloads

Resolvi documentar o processo e sanar algumas duvidas que pintaram no Fórum da Overmídia.

Segui as instruções do wiki. Primeiro criei uma pasta chamada overcopia e descompactei o rev1655 lá.

Baixei o Trencaspammer e o Lightbox2 e movi os arquivos para os diretórios corretos.

Importei o SQL pelo PHPMyAdmin (era pequeno, ~400kb).

Acessei o site e tudo pareceu normal.

Tentei me registrar, o header mostrava um erro. o /registro/registro.php reclamava da ausência do ts.php

Movi o ts.php de /lib/ts.php para /registro/ts.php

O erro sumiu, mas o form ficava incompleto, sem o CAPTCHA e com um erro de que a função ts_print_form() não foi encontrada.

Não consegui encontrar a função em nenhum arquivo. Busquei no Google encontrei uma referencia no próprio forum da Overmidia, sem resposta satisfatoria.

O segundo ou terceiro resultado era um ts.php de um svn qualquer, copiei a ts_print_form() de lá. Acredito que a versão utilizada no site seja uma mais antiga.

( http://svn.assembla.com/svn/landinfo/trunk/libs/ts.php )

O erro sumiu, mas a imagem do captcha não estava sendo gerada direito.

Voltei com o ts.php *e* o ts_image.php que estavam em /registro para /lib editei os dois arquivos para os includes apontarem para o local certo.

A imagem continuava não sendo gerada direito. Modifiquei uma linha do ts_print_form() que supunha que o ts.php estava na raiz. Coloquei um path absoluto, é preciso buscar uma solução melhor.

A imagem foi gerada, mas não consegui registrar. O ts_human_readable() estava reclamando da falta de argumentos.

Comparei o ts.php que tinha no servidor com a versão da onde busquei o ts_print_form(), resolvi substituir todo o ts.php.

Funcionou, consegui criar meu account. O email de ativação chegou sem problemas.

Demorei para perceber que o endereço no email de ativação é hardcoded e leva para www.overmundo.com.br – copiei e colei o código de ativação na mão.

Fui atualizar meu perfil, de novo problemas com o ts.php… acho que vou voltar com ele para o /registro

Well… agora parece que a instalação esta completa e operacional. Três vivas para o Overcópia…

Vou brincar mais um pouco e ver o que surge. Qualquer coisa o post continua…

update:

ah, é. a URL do bendito http://overcopia.nunklaki.com.br/

Todos rouanets

A lei rouanet é um dispositivo que permite deduzir dinheiro de imposto para financiar projetos culturais. Geralmente é usado por grandes empresas (tributadas em lucro real) para patrocinar projetos em troca de exposição de marca e ganhos de ‘responsabilidade social’.

O que pouca gente sabe – ou ainda, muita gente sabe, pouca gente usa – é que além das empresas, pessoas físicas também podem deduzir até 6% do seu imposto de renda para patrocinar esses projetos.

Na prática, você doa o dinheiro para um projeto aprovado, guarda o recibo e apresenta junto com a sua declaração de final de ano. É um pouquinho mais complicado que isso na verdade, mas só um pouquinho =)

(more…)

Apontamentos para o #thackday

Alguns rascunhos e idéias do que gostaria de fazer nesse Transparência Hackday…

Descolar dados:

É fato que temos poucas bases de dados abertas por aqui… até tem bastante informação espalhada – e mapear isso já seria legal pacas – mas quase tudo enclausurado em tabelas HTML (quando damos sorte) ou PDFes e já vi meia duzia de bancos que geram .DOC ( go figure ) tudo isso atrás de um FORM bizarro com paramêtros obscuros.

Não é o ideal, mas é o que temos… então acho que temos bastante trabalho na área de parsers e APIs.

Rola tanto criar crawlers que façam uma varredura completa de uma determinada base – começamos a fazer isso com o Portal da Transparência – como pensar em criar APIs para facilitar o trabalho.

Objetivamente acho que o modelo do Legislink é bastante interessante e acho que pode facilmente ser aplicado a outros casos.

Para ficar em um exêmplo menos político, mas que me seria bastante útil por causa do LivroLivre… criar uma melhor forma de acessar o banco de dados da biblioteca nacional, nos daria algo minimamente parecido com o serviço que lá fora a Amazon faz brilhantemente.

Tropicalizar ferramentas:

Outra coisa bastante divertida e que pode gerar resultados mais duradouros é traduzir e tropicalizar uma série de aplicativos que estão pipocando em código aberto por ai. O próprio Legislink é um exemplo, mas porque não portar pra cá o Everyblock ou o Fixmystreet?

Mashupear:

Por fim temos todos os mashups e cruzamentos, possíveis e impossiveis… ou improvaveis.  Mas nesse #thackday meus esforços vão estar concentrados em um. Criar um site que interprete e dê sentido para as longas listas de passagens emitidas pelo poder público. Vários orgãos fornecem essa informação… mas podemos começar com o próprio portal de Transparência, não?

Da pra pegar os destinos e traçar tudo no Google Maps. Criando um ranking de quem andou mais e por onde passou… da pra fazer um matching aproximando os sobrenomes e explicitando familias…  da pra pergunta que raios de passagem é essa que custa R$ 17,106.44 ou mesmo, para não ficar só em exemplos negativos… ver gente que foi pro mesmo lugar em datas próximas e sugerir que – na próxima – faça um esquema de carona solidaria =P

Enfim… alguns apontamentos. Estou animado com a possibilidade de tirar essa e outras idéias do papel. Agora é ver se rola.

Boteco São Bento (o pior bar do sistema solar)

Seguindo a idéia do Cardoso, republico aqui o post do resenhaem6 sobre o Boteco São Bento, que recebeu uma notificação extra-judicial do boteco requisitando a retirada post (e do blog) do ar.

Boteco São Bento - Imagem retirada do Post Original

Depois da Faixa de Gaza e do Acre, este é o pior lugar do mundo para você ir com os amigos. Caro, petiscos sem graça e, principalmente, garçons ultra-power-mega chatos: você toma dois dedos do seu chopp, quente e azedo que nem xoxota nos tempos dos vikings, eles já colocam outro na mesa. E se você recusa, eles ainda ficam putos. Só tulipadas diárias no rabo para justificar tamanha simpatia no atendimento.
  • Fui no da Vila Madalena. Dizem que o do Itaim é ainda pior.
  • Para dicas de botecos que valem a pena, leia outras resenhas aqui
  • Siga o Resenha pelo Twitter antes que eu bote outro link na mesa.

Resenhado por Raphael Quatrocci às 23:22

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